sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Abajur Ligado, Poema iluminado



Noite fria de agosto, nem mesmo o chá quente pode me esquentar, apenas tua presença, o teu sorriso bobo nos lábios. O que resta, é apenas uma foto para lembrar, aquela que está no mural que dediquei a ti. O canto que te dediquei, onde lá, você pode estar. E estará.

Nossos corpos são como pedra e madeira, riscando e caindo faísca no papel para o fogo ser criado. O nosso fogo. O mesmo que nos faz esquentar todas as noites. O mesmo fogo que deixa fumaça indicando o momento da união. O nosso incêndio, iluminando mais que o abajur do quarto, o mesmo abajur que ilumina as letras do meu poema, aquele poema que fiz pra te conquistar. Os que sempre faço, para que nosso amor não se vá.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O Pirata Barba Ruiva



 Não estou mal, nem bem. Me sinto estranho, meio que sem rumo, o mundo caiu agora, acabei de perceber o quanto minha atitude foi ridícula. Deveria ter pensado bem. Demorarei dias para superar, ou até meses. Não sei. Não sei o quão demorado será. Estou triste, angustiado. Diversos sentimentos ruins.